quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Volume de pagamentos com Visa cresce 23% no Brasil

Volume de pagamentos com Visa cresce 23% no Brasil no acumulado de 2010 até setembro

14/12/2010

Alta foi puxada pelos segmentos de alta renda

A Visa registrou um crescimento de 20,3% no volume total de pagamentos na região da América Latina e Caribe (LAC) no acumulado do ano até setembro, totalizando US$ 253 bilhões. Os destaques ficaram por conta de Brasil e México, as duas maiores economias da região, com crescimento nos volumes de pagamento de 23% e 14%, respectivamente, enquanto os outros países da região tiveram aumento geral em torno de 17%. Segundo comunicado, os aumentos podem ser creditados ao desempenho dos produtos destinados a consumidores de alta renda, especialmente nas linhas Visa Gold, Visa Signature, Visa Platinum e Visa Infinite.

"Estudamos o comportamento e as necessidades dos consumidores desse segmento, para melhorar constantemente os programas e facilitar o uso dos nossos produtos", afirma Eduardo Eraña, presidente da Visa América Latina e Caribe. Ele ressaltou novas medidas da empresa no atendimento a este público, como o lançamento no Brasil do Visa Infinite Experience, “que oferece eventos exclusivos com chefs reconhecidos e marcas líderes em seus mercados”, e o Visa Luxury Hotel, atrelado a redes hoteleiras de alto nível em todo o mundo.

Segundo comunicado da operadora, os serviços visam agregar valor e incluem benefícios de outras plataformas, como seguro de viagens, indenização por atraso de vôo ou de bagagem extraviada. Além disso, a empresa afirmou apostar no desenvolvimento da plataforma a partir de combinação de recompensas e benefícios relevantes, como o Visa Concierge, um assistente pessoal disponível 24 horas.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Pagamento mínimo da fatura sobe para 15% e chegará a 20%


Medida, válida a partir de junho de 2011, faz parte das novas regras para o setor de cartões de crédito determinadas pelo Banco Central

O usuário de cartão de crédito vai ter de desembolsar um pouco mais quando decidir realizar apenas o pagamento mínimo de sua fatura de cartão de crédito. A partir de junho de 2011, o percentual subirá para 15%. A exigência passará para 20% partir de 1º de dezembro do ano que vem. Atualmente, o consumidor pode arcar com somente 10% do total da fatura mensal, pagando juros sobre o restante.

As novas regras foram estabelecidas em portaria editada na última semana pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) – órgão composto pelos ministérios do Planejamento e da Fazenda e pelo Banco Central – e determinam ainda que as administradoras devem notificar seus clientes sobre as mudanças a partir de 1º de março do próximo ano.

Entre as demais medidas, está a que determina que as empresas emissoras dos plásticos enviem aos clientes uma lista detalhada de valores e serviços relacionados ao cartão com antecedência de 45 dias do início da cobrança. Também deverão ser informados reajustes de alguma tarifa.

De acordo com o BC, as medidas foram tomadas para evitar o endividamento do consumidor, já que os juros cobrados no rotativo do meio de pagamento estão entre os mais caros da praça. Pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Contabilidade) mostra que a taxa média do cartão está em 10,69% ao mês (238,30% ao ano) – o maior patamar verificado desde junho de 2000.

Também a partir do ano que vem, o setor só poderá cobrar cinco tipos de tarifas dos clientes de cartão de crédito. Atualmente, são cerca de 80 taxas distintas, segundo informou o BC. Os bancos só poderão cobrar taxas referentes à anuidade, emissão de 2ª via, saque em dinheiro na função crédito, pagamento de contas e avaliação do limite de crédito do cliente. A medida é valida a partir de 1º de junho de 2011 para cartões emitidos após esta data. Já para antigos, as regras passam a valer em 1º de junho de 2012.

Anuidade mais barata

As novas regras de padronização de tarifas e serviços de cartões também estabelecem que os bancos terão de oferecer ao consumidor um modelo de mais básico, com anuidade mais barata. Para garantir a anuidade menor, o cartão terá apenas função pagamento em locais credenciados. Os plásticos que oferecem mais serviços ou benefícios, como aqueles que incluem programas de milhagem, serão classificados como “diferenciados”.

A ProTeste (Associação de Consumidores) avalia que as medidas anunciadas pelo BC para os cartões de crédito “são insuficientes para resolver os problemas do setor”. Para a entidade, “é preciso uma regulamentação mais rígida do setor, especialmente no que se refere à cobrança de preços diferenciados para pagamento com cartão de crédito”.

Operação da PF contra clonagem de cartões de crédito cumpre mandados de busca em Pelotas.


09/12/2010

Serão cumpridos 11 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul
A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje a Operação Sem Limites para desarticular organização criminosa especializada em clonagem de cartões de créditos e outras fraudes financeiras.
Serão cumpridos 11 mandados judiciais de prisão, 10 no Rio de Janeiro e um em São Paulo, e 20 mandados de busca e apreensão, sendo cinco em Pelotas, dois em São Paulo e 13 no Rio de Janeiro.
A operação teve início em julho, com a prisão em flagrante de duas pessoas do Rio de Janeiro por descaminho, em barreira realizada pela Receita Federal e pela Polícia Rodoviária Federal na cidade de Arroio Grande, no sul do Estado.
No decorrer das investigações, foi constatado o envolvimento de outras pessoas, também da cidade do Rio de Janeiro, que seriam as responsáveis pela aquisição das mercadorias apreendidas e pela clonagem de cartões para o pagamento. Outros envolvidos, principalmente no Rio Grande do Sul, em São Paulo e no Rio de Janeiro também foram identificados.
Três pessoas já haviam sido presas, em setembro, ao desembarcar na rodoviária de Porto Alegre, vindos de Pelotas, na posse de cartões clonados e máquinas para fraudar cartões bancários.
O bando agia inserindo máquinas de cartões de créditos adulteradas (popularmente conhecidas como "chupa-cabras") no comércio estabelecido. Depois, a máquina é retirada para obter os dados dos clientes. De posse desses dados, são confeccionados os cartões de créditos para consumo no comércio nacional e internacional, além de saques em dinheiro no exterior.
ZERO HORA

PayPal e Vivo vão oferecer pagamento por celular


08/12/2010

São Paulo - A PayPal, empresa de pagamentos via internet que pertence ao eBay, fechou um acordo com a Vivo, maior operadora de celular do Brasil, para permitir transferências de valores pelo telefone móvel. Com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2011, o serviço funcionará com qualquer tipo de aparelho, pois terá como base mensagens de texto.

“A tecnologia está sendo desenvolvida a quatro mãos”, disse Mario Mello, presidente da PayPal no Brasil. A empresa não tem acordos semelhantes com outras operadoras móveis no mundo. Atualmente, para usar o PayPal via celular, é necessário um smartphone. A companhia tem aplicativos para iPhone e BlackBerry e lançará em breve uma versão para Android, o sistema operacional de telefonia móvel do Google.

“A maioria dos clientes já usa o SMS (mensagens de texto), então a barreira de entrada é bem baixa”, afirmou Hugo Janeba, vice-presidente de Marketing e Inovação da Vivo. Para fazer pagamentos pelo PayPal é necessário abrir uma conta e relacioná-la a um cartão de crédito. Os clientes da Vivo poderão abrir essa conta pelo próprio celular, usando mensagens de texto, sem ter a necessidade de um computador.

O PayPal pode ser usado para pagamentos de lojas e prestadores de serviço e até para a transferência de dinheiro entre pessoas físicas. Quem tem uma conta do PayPal consegue receber dinheiro de terceiros, transferindo depois os recursos para uma conta corrente. As contas criadas pelos celulares da Vivo poderão ser usadas para pagar e receber dinheiro de outras contas do PayPal. “O sistema é interoperável”, disse Mello. Também será possível utilizar uma conta já existente do PayPal no celular da Vivo. As empresas estão trabalhando no sistema há cerca de quatro meses. “Um dos primeiros serviços disponíveis será a recarga do pré-pago”, afirmou Janeba. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
AE
Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

MasterCard e Vivo lançam pagamento via celular



30/11/2010

São Paulo - A MasterCard, o Banco Itaú, a operadora de telefonia Vivo e a credenciadora de lojistas Redecard anunciaram hoje o lançamento de uma plataforma que permite pagamentos com o celular. O sistema foi desenvolvido no exterior pela MasterCard e o Brasil será o primeiro país do mundo a usar a plataforma, afirma o presidente da MasterCard, Gilberto Caldart.

A cidade de São José dos Campos (SP) foi escolhida para o início das operações, previsto para janeiro. O Itaú e a Vivo vão convidar 30 mil clientes do município para usar o produto. A Redecard está preparando mil lojistas locais, que vão receber um celular já com a nova tecnologia, segundo o diretor executivo de marketing e produtos da empresa, Alessandro Raposo.

Para o consumidor, a Vivo vai enviar um chip novo, que transforma o celular em cartão de crédito. O Itaú vai habilitar o número do cartão dentro desse chip. Com isso, a transação pode ser feita. Segundo Caldart, a novidade dessa plataforma é que o cliente é que começa a transação, por isso é uma forma de pagamento indicada para entregas em domicílio, táxis, distribuidores e vendedores porta a porta.

Para fazer o pagamento, o cliente abre o aplicativo no celular e cria uma senha especifica. Quando fizer uma compra, abre esse aplicativo, digita o código do comércio, o valor do pagamento, a senha do cartão e escolhe se vai pagar via crédito ou débito. No mesmo momento, o lojista recebe a confirmação do pagamento em seu celular, via mensagem de texto, segundo o vice presidente de marketing da Vivo, Hugo Janeba.

A cidade de São José dos Campos foi escolhida para o início das operações, segundo Caldart, porque é um centro tecnológico, tem população jovem e universidades de ponta. Em um segundo momento, o produto será levado para outros municípios. A tecnologia criada é aberta e pode ser usada por outras operadoras de telefonia, em todos os tipos de celulares e qualquer banco pode participar, diz o executivo. Além de pagamentos, também é possível fazer recarga de celular pelo próprio aparelho.

Na fase inicial, não haverá custos para os clientes que aderirem. Mas a ideia é que esse tipo de operação seja cobrada dos usuários, desde o novo chip até uma taxa por transação. "Vamos ver nessa primeira fase quanto o consumidor vai querer pagar por esse serviço", diz o diretor da área de cartões do Itaú, Fernando Teles.

As quatro empresas começaram as conversas para lançar o produto há dois anos. O anuncio feito hoje segue estratégia da Cielo, que se juntou à operadora Oi em setembro, para criarem uma empresa de pagamentos via celular.

Altamiro Silva Júnior
Fonte: Agência Estado

BC estabelece valor mínimo para financiamento da fatura


25/11/2010
Valor não poderá ser menor que 15% do total

O Banco Central (BC) estabeleceu, por meio de Circular editada, que o valor mínimo para pagamento mensal da fatura de cartão de crédito não poderá ser inferior a 15% do saldo total da fatura. A nova medida deve ser adotada a partir de junho do ano que vem e, posteriormente, em dezembro de 2011, o valor mínimo não poderá ser inferior a 20% do valor total.

As instituições devem divulgar esse novo cronograma de pagamentos mínimos aos seus clientes a partir de 1º de março de do próximo ano. Além disso, foram estabelecidas regras para a remessa de informações relativas a tarifas ao BC.

Entre elas a que estipula o encaminhamento da relação dos serviços prioritários relacionados a cartão de crédito e respectivos valores com observância do prazo de 45 dias antes do início da cobrança, nos casos de majoração do valor e de início de cobrança de nova tarifa. O atual prazo de trinta dias fica mantido para os demais serviços.

Em nota, a Associação Brasileira de Cartões de Crédito e serviços (Abecs) reforçou que “o processo de regulação e autorregulação do setor é um passo importante” no sentido de aperfeiçoar o mercado. A instituição se mostrou disposta a colaborar com a definição e implementação das novas medidas.

Banco do Brasil lança Ourocard Visa TravelMoney

24/11/2010

O Banco do Brasil passará a emitir o Ourocard Visa TravelMoney, cartão pré-pago de viagem para pagar despesas em viagens ao exterior. O cartão permite que o viajante faça uma pré-carga em dólar ou euro e utilize-o em mais de 200 países e territórios ao redor do mundo.

O novo cartão será lançado na segunda, dia 29, para os mais de 33 milhões de correntistas do Banco do Brasil e a expectativa do banco é vender 200 mil unidades por ano.

Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente de novos negócios e varejo do BB, esclarece que a operação é semelhante à realizada com cartão de crédito e débito. Segundo ele, inicialmente o produto estará disponível para correntistas do BB, mas que logo também poderá ser contratado por não correntistas.

De acordo com a Boanerges & Cia Consultoria em Varejo Financeiro, em 2009 o segmento de pré-pagos no Brasil movimentou R$ 77 bilhões, sendo R$ 32 bilhões em telefonia. A projeção da consultoria é que o segmento atinja o faturamento de R$ 369 bilhões em 2020.

Segurança e Conveniência

Para Percival Jatobá, diretor executivo de produtos da Visa do Brasil, o Visa TravelMoney é um produto inovador, uma vez que vem substituir os pagamentos com dinheiro em espécie e travelers checks devido à sua segurança, conveniência e controle financeiro que proporciona aos viajantes.

Para adquirir o Ourocard Visa TravelMoney, basta ser correntista do Banco do Brasil e dirigir-se a uma das agências BB habilitadas a operar com câmbio manual, que estão localizadas em lugares de maior demanda pela compra de moeda estrangeira, como em aeroportos internacionais.
Atualizado às 17:40 hs

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Brasil tem maior lucro dos Bric com cartões

Brasil tem maior lucro dos Bric com cartões
24/11/2010
Entre os países que compõem o bloco dos Bric (sigla para Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o segundo maior mercado em cartões emitidos e volumes movimentados. É o último da lista em financiamento no crédito rotativo, mas no quesito lucratividade, ocupa o primeiríssimo lugar.

Essa fotografia faz parte de estudo da consultoria inglesa Lafferty, presente em mais de 65 países e que, recentemente, se estabeleceu no país por meio de uma "joint venture" com a Partner Conhecimento. A partir do escritório local vai prestar serviços de consultoria para outros mercados da América Latina e do Caribe.


De acordo com o levantamento, o Brasil fechou 2009 com 567 milhões de cartões, entre crédito, débito e unidades emitidas por lojistas ("private label"), gerando uma movimentação financeira de US$ 128,5 bilhões. A China tinha então 1,8 milhão de plásticos, com quase o dobro do giro brasileiro, o equivalente a US$ 293,1 bilhões. Enquanto o consumidor local gastou, em média, US$ 937 por cartão que levava na carteira, o chinês teve uma despesa de US$ 1,538 mil.

Mas quando se fala em financiar compras por meio do cartão, usando-o efetivamente como ferramenta de crédito, o Brasil teve o pior desempenho, com uma média, por cartão, de US$ 192 no rotativo, enquanto Índia

(US$ 278), Rússia (R$ 553) e China (R$ 616) estão à frente.

Isso não impediu, porém, que o país liderasse em rentabilidade, com um lucro por cartão de US$ 20 no ano, seguido pela Índia, com US$ 12 e pela Rússia, com US$ 5. A China, por sua vez, teve prejuízo de US$ 1 por cartão. Nessa conta foram excluídos os cartões de loja no Brasil. Já o lucro antes de impostos do conjunto de empresas que atuam na cadeia de meios eletrônicos de pagamentos também foi mais favorável para o país, com um resultado anual de US$ 3,75 bilhões, com a Índia em segundo lugar com distantes US$ 250 milhões. Para se chegar a esses números a Lafferty considerou itens como receitas obtidas com credenciamento, com juros, comissões e tarifas de transações no auto-atendimento.

Os números excepcionais do Brasil explicam por que o mercado local entrou no radar dos investidores estrangeiros, disse o presidente do Lafferty Group, Michael Lafferty, que está no país para uma série de apresentações, acompanhado de especialistas do Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. "O Brasil sabe como ganhar dinheiro com esse negócio." Para ele, possíveis mudanças regulatórias no setor não diminuem a atratividade porque esse tipo de risco existe em qualquer mercado. É o que ocorre nos Estados Unidos, país onde nasceu o cartão de crédito e cujo setor ainda passa por mudanças.

Entre os interessados em conhecer melhor o mercado brasileiro estão, principalmente, empresas do ramo de credenciamento, tecnologia, comércio eletrônico e de pagamento móvel.

Um nome já certo para ingressar no país é a americana Global Payments, que na sua última teleconferência de resultados, em outubro, revelou costurar uma parceria com um banco brasileiro para começar do zero uma operação no ramo de captura de transações.





Fonte: Adriana Cotias, Valor Econômico - SP

domingo, 6 de junho de 2010

Cresce uso de TED e cartão de crédito









Cresce uso de TED e cartão de crédito

Apesar de o número de contas correntes e de poupança ter crescido de 216 milhões em 2008 para 225 milhões em 2009, a utilização de cheques caiu 11,5% e hoje respondem por apenas 2% das transações, com um volume de 1,2 bilhão de cheques processados.

A base de usuários de cartão de crédito teve um aumento de cerca de 10% no ano passado, de 124 milhões para 136 milhões. O volume de transações com esse meio de pagamento passou de 2,2 bilhões para 2,5 bilhões e o valor médio aumentou de R$ 215 para R$ 256.

As transferências interbancárias acima de R$ 5 mil, realizadas por TEDs, aumentaram 10%. O número de bloquetos compensados cresceu 7%, metade do percentual verificado entre 2007 e 2008. Segundo Gustavo Roxo, diretor de TI da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) a redução do limite mínimo para TEDs, que neste mês passa de R$ 5 mil a R$ 3 mil, deve implicar um aumento mais expressivo de transações neste ano.

Consumo das classes C, D, E deve crescer o dobro














Consumo das classes C, D, E deve crescer o dobro, diz Fecomercio

04/06/2010

O consumo de produtos e serviços nas classes C, D, E deve crescer o dobro do projetado para as classes A e B, segundo pesquisa da Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), divulgada na última quarta-feira (02). A projeção considera que o crescimento do consumo das famílias de faixas de renda até dez salários mínimos (R$ 5.100) deve se manter entre 7% e 8% ao ano no período de 2010 a 2013.

Entre as famílias com renda superior a dez mínimos, o ritmo de expansão do consumo deve ser de 4% ao ano até 2013. Os cálculos levam em conta previsões de crescimento do PIB.

De acordo com o professor de finanças da FGV-EAESP, Fabio Gallo Garcia, essa alta de consumo pode ser explicada devido à melhoria das condições macroeconômicas do País. "Diversos indicadores econômico-sociais vindos do IBGE e da FGV têm dado conta que há um
substancial crescimento principalmente da classe C. As classes C, D e E têm entrado fortemente no consumo graças à melhoria das condições macroeconômicas do Brasil. Programas de incentivo ao consumo com redução de impostos, como aconteceu com veículos, linha branca, móveis e material de construção, levou a uma saída da crise financeira de maneira mais rápida que outros países. A estabilização econômica, aliada ao forte consumo das famílias trouxe mais empregos."

Gallo destaca ainda que "A lista de consumo embora com um grande número de produtos, deve ter como campeões neste ano, os televisores tela plana, os celulares que reúnem várias mídias e computadores".

sábado, 22 de maio de 2010

Redecard fecha parceria para a captura de transações da Hipercard






13/05/2010

A Redecard fechou uma parceria com a Hipercard com o objetivo de capturar as transações da Hipercard. A Hipercard possui 470 mil estabelecimentos comerciais credenciados, mais de 13 milhões de cartões emitidos. O serviço estará disponível ainda no primeiro semestre e evoluirá para um acordo de processamento mais amplo no decorrer dos próximos 12 meses.

Com a Hipercard, a Redecard acumula 17 bandeiras de cartões. A parceria também fortalece a presença nacional da Hipercard, que ampliará sua rede de aceitação, respeitando o seu modelo de operação atual.

Segundo Roberto Medeiros, presidente da Redecard, “ao incluir em seu portfólio a bandeira Hipercard, que é bastante representativa no mercado, a Redecard traz mais negócios para seus lojistas. A Hipercard, por sua vez, ganhará presença em regiões nas quais ainda não tem muita penetração, oferecendo uma maior aceitação para os clientes de seu cartão”.

“Esta parceria vai beneficiar toda a família Hipercard, desde os clientes do nosso cartão, que terão uma rede de aceitação muito maior, até os nossos parceiros lojistas, que poderão diminuir seus custos e simplificar suas vendas com menos máquinas no seu balcão”, diz Ivo Vieitas, diretor executivo da Hipercard.

A parceria com o Hipercard está totalmente alinhada à estratégia da Redecard de levar aos lojistas maior comodidade e a mais ampla oferta de bandeiras.

“Somos uma empresa que já nasceu multibandeira e que, portanto, está habituada a oferecer mais oportunidades de vendas aos lojistas. Além disso, estamos na vanguarda no que se refere ao lançamento de meios inovadores e complementares de pagamento eletrônico no Brasil. Este acordo aumentará ainda mais a capacidade de processamento da Redecard, reforçando seu parque tecnológico, em linha com o plano de investimento que a companhia vem desenvolvendo para a abertura do mercado.”, afirma Medeiros.

O negócio segue a tendência do mercado e a proposta de autorregulamentação do setor: otimizar a infraestrutura e reduzir custos para os lojistas. Com esta parceria, o Hipercard estará em centenas de milhares de novos estabelecimentos. “Passaremos a oferecer aos nossos clientes uma rede de aceitação tão ampla quanto a de nossos concorrentes. Com isso, nossa participação de mercado pode aumentar já no início de 2011”, afirma Vieitas.

Brasileiros preocupados com informações de seus cartões


84% dos brasileiros estão preocupados com informações de seus cartões de crédito e débito, diz pesquisa
21/05/2010

De acordo com a última edição da pesquisa "Índice de Segurança Unisys para o Brasil", 84% dos brasileiros estão seriamente preocupados no que se refere à obtenção e uso por outras pessoas de informações de seu cartão de crédito e débito. Apenas 16% têm alguma preocupação ou nenhuma. Na edição anterior, 69% das pessoas indicavam séria preocupação em ter seus dados de cartões bancários usados irregularmente.

Realizado em março deste ano, o índice mostra o nível de preocupação dos brasileiros em relação à segurança nacional, segurança financeira, segurança na Internet e segurança pessoal. O estudo é elaborado desde 2007 e está em sua sexta edição.

O item do estudo que questiona a preocupação do brasileiro com relação à ocorrência de epidemia no Brasil indica que 79% das pessoas estão seriamente preocupadas com isso; 15% têm alguma preocupação com o tema e somente 6% mostraram não temer o problema. Na última edição da pesquisa, esse índice apontava que 62% dos brasileiros estavam seriamente preocupados com a ocorrência de uma epidemia.

Com relação à segurança de transações financeiras online, 51% dos brasileiros estão seriamente preocupados com o assunto; 20% demonstram alguma preocupação e 21% apontaram despreocupação com o item; 8% não souberam responder. Ano passado, na última pesquisa, 36% disseram estar seriamente preocupados.

No que tange à segurança pessoal nos próximos seis meses, o número de pessoas seriamente preocupadas com o assunto passou de 40% (apurado na última edição da pesquisa) para 64% . Nesta edição, 22% apresentaram alguma preocupação e 13% nenhuma; 1% não respondeu a questão.

O "Índice de Segurança Unisys para o Brasil" é feito com base em uma pesquisa, por telefone, com 1.500 pessoas, entre 18 e 65 anos de idade, metade homens, metade mulheres. Os entrevistados são selecionados aleatoriamente em famílias das principais regiões metropolitanas do Brasil, das classes A, B e C. As entrevistas são realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Curitiba, Porto Alegre e Salvador. O levantamento da Unisys é conduzido pelo Lieberman Research Group e acontece simultaneamente em vários países.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

VisaNet prepara mudança de nome


VisaNet vê crescimento longo e prepara mudança de nome


O maior uso de cartões de débito e de crédito, combinado com o crescimento econômico, permitirá à VisaNet seguir se expandindo a uma taxa superior a dois dígitos nos próximos seis a sete anos, disse nesta quinta-feira o presidente da companhia, Rômulo Dias.

Segundo o executivo, a despeito da reforma regulatória que o governo pretende introduzir para aumentar a concorrência no credenciamento de lojas, segmento hoje dominado por VisaNet e Redecard, a contínua migração para meios eletrônicos, deixa espaços enormes de crescimento no setor.

"Continuaremos crescendo a uma taxa de dois dígitos por cerca de 6, 7 anos", disse a jornalistas em teleconferência sobre os resultados da empresa no terceiro trimestre.

A companhia reportou na quarta-feira à noite que teve lucro líquido de R$ 396,7 milhões entre julho e setembro, resultado 34,8% superior ao de igual período de 2008, movimento patrocinado pelo aumento de 21,3% do volume financeiro de transações, para R$ 54,2 bilhões.

Líder no setor e hoje a única credenciadora de lojas para os cartões Visa, a companhia prevê fechar 2009 com um avanço de 20,5% a 22,5% no volume financeiro de operações, taxa superior à taxa anualizada expansão da indústria, que foi de 18% até Setembro.

Segundo Dias, além do maior uso dos cartões para pagamentos de compras, em detrimento de cheque e dinheiro, a companhia se beneficiou também de ter ampliado a presença em regiões que registram taxas de crescimento econômico superiores à média do país. "Há regiões no Nordeste que estão crescendo mais do que a China", disse.

Novo cenário, novo nome

Preparando-se para um cenário de maior concorrência, que porá fim a contratos de exclusividade, permitindo que cada credenciador possa operar com várias bandeiras, a VisaNet deve anunciar nos próximos meses a mudança de seu nome.

"Estamos pensando em mudar de nome. Dentro de algum tempo, faremos em momento oportuno e apropriado a comunicação", disse Dias.

"Já somos multi bandeiras e também vamos capturar [a bandeira] MasterCard, mas ainda não temos expectativa para quando isso vai acontecer", acrescentou.

Assim como a Redecard sinalizou nesta semana, em teleconferência com analistas, o executivo da VisaNet também acredita que as despesas da companhia com marketing vão crescer, embora não tenha estimado quanto.

da Reuters

MasterCard lança contact-less


MasterCard lança programa de pagamentos sem contato no transporte público

A MasterCard Worldwide, a Credicard e a Redecard anunciam o lançamento do primeiro programa de pagamentos sem contato no transporte público do Brasil e da América Latina, o cartão Credicard MasterCard PayPass, que pode ser usado, também, em vários tipos de estabelecimentos.

Inicialmente, os portadores dos cartões de crédito Credicard, com a bandeira MasterCard, poderão fazer as transações sem contato no
bondinho do Pão de Açúcar, na rede de trens da Supervia, na rede de cinemas UCI, na rede de fast-food McDonald´s e em estacionamentos Estapar/Riopark, no Rio de Janeiro. Em breve, usuários do metrô da cidade também poderão utilizar o produto. Esses estabelecimentos já integram a rede credenciada pela Redecard e, nos próximos meses, novos estabelecimentos serão incorporados.

MasterCard PayPass é uma forma de pagamento que não requer a passagem do cartão no leitor da tarja magnética para compras de até R$ 50. “Acreditamos e estamos investindo no mercado brasileiro ao trazer uma solução inovadora, oferecendo ao consumidor uma maneira mais simples, rápida e segura de efetuar as compras”, explica Gilberto Caldart, presidente da MasterCard Brasil.

“O objetivo da MasterCard com o pagamento sem contato não é apenas substituir as atuais tecnologias de pagamento, mas utilizá-la em segmentos nos quais o cartão não é utilizado em todo o potencial. MasterCard PayPass substitui o dinheiro e cheque, abre novas categorias de aceitação para estabelecimentos, aumenta a utilização em transações de pequeno valor e cria oportunidades de negócios para os bancos que emitem nossos cartões”, acrescenta Caldart.

Lucro da VisaNet cresce 34,8% no 3º trimestre


Lucro da VisaNet cresce 34,8% no 3º trimestre

A VisaNet registrou lucro líquido de R$ 396,7 milhões no terceiro trimestre de 2009, um crescimento de 34,8% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita operacional líquida da companhia somou R$ 924,4 milhões no período encerrado em Setembro, um aumento de 28% sobre o mesmo trimestre de 2008.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado no terceiro trimestre foi de R$ 626,6 milhões, um aumento de 37,9% em relação ao mesmo período de 2008. A margem Ebitda ajustado atingiu o recorde de 67,8% no trimestre encerrado em Setembro, um aumento de 4,9 p.p. em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

No terceiro trimestre de 2009, o volume financeiro de transações da empresa somou R$ 54,2 bilhões, um aumento de 21,3% na comparação com o mesmo período de 2008. As transações com cartões de crédito processadas pela VisaNet somaram R$ 34,2 bilhões até Setembro, crescimento de 20,8% sobre o terceiro trimestre do ano passado. Enquanto as operações com cartão de débito somaram R$ 20 bilhões, 22,1% acima do volume registrado no período encerrado em Setembro de 2008.

No terceiro trimestre, a receita de transações com cartão de crédito alcançou R$ 512,4 milhões, um aumento de 22,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já a receita de transações com cartão de débito somou R$ 155,9 milhões no trimestre encerrado em Setembro, um crescimento de 19,9% em relação ao mesmo exercício de 2008. A receita com aluguel de equipamentos (POS) totalizou R$ 268,1 milhões até Setembro, valor 17,3% acima do registrado no terceiro trimestre de 2008.

Presente em todo o território nacional, a VisaNet chegou a Setembro de 2009 com operações em 5.427 dos 5.564 municípios brasileiros, o que corresponde a uma cobertura de 97,5% do país e mais de 1,6 milhão de estabelecimentos cadastrados.

Cartão de crédito representa mais de 1/3 das dívidas


Cartão de crédito representa mais de 1/3 das dívidas, diz Serasa

O cartão de crédito é responsável por 36,8% do total de endividamento dos consumidores, segundo uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian nesta quarta-feira (28), durante evento de crédito e cobrança realizado em São Paulo.

De acordo com o estudo, apesar do cartão ser responsável pela maioria das dívidas, é também o produto que mais gera regularização de inadimplentes, com índice de 41,7% de recuperação. “A explicação para isso é que os consumidores priorizam o pagamento das dívidas do cartão para poderem comprar novamente, sem precisar utilizar dinheiro vivo”, afirma Laércio de Oliveira Pinto, presidente de negócios pessoa jurídica da Serasa Experian.

Em segundo lugar entre os maiores causadores de inadimplência está o varejo (lojas e supermercados), que concentra 20,4% dos devedores. “O varejo é o destaque negativo, já que concentra boa parte dos inadimplentes e seu índice de recuperação de crédito é de apenas 8,7%”, diz o executivo.

A pesquisa constatou também que a maioria dos devedores (60%) tem renda de até R$ 1 mil e 90,8% tem filhos. “Os inadimplentes se definiram como compradores impulsivos. Mesmo sabendo da dificuldade de pagar, a vontade é incontrolável”, afirma Oliveira.

Em relação às dívidas regularizadas, 40% era de até R$ 500 e 16,5% variava de R$ 500 a R$ 1 mil, de acordo com o levantamento.

Outro ponto apontado no estudo é a utilização de internet pelos inadimplentes. A pesquisa constatou que 60,4% dos devedores acessa a internet regularmente. “Isso nos faz estudar novas formas de envio de correspondências para essas pessoas, como por e-mail, por exemplo”, diz Oliveira.

O Serasa ouviu consumidores inadimplentes de todas as classes sociais nas capitais e grandes cidades do País.

Por Diego Lazzaris

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Inadimplência com cheques marca 1,94% em setembro









Inadimplência com cheques marca 1,94% em setembro, diz Serasa

A inadimplência com cheques no Brasil foi de 1,94% em setembro de 2009, o menor nível desde outubro de 2008, mês em que em que os efeitos da crise internacional já começavam a serem sentidos no País. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (23) pela Serasa Experian.

O cheque é considerado desprovido de fundos, a partir de sua segunda devolução. Na comparação anual, a inadimplência com cheques cresceu 8,4%. No acumulado de nove meses, a alta no número de cheques devolvidos foi de 13,8%.

No entanto, o índice apresentou queda de 1% na comparação com agosto deste ano. Segundo os analistas da Serasa, este decréscimo se deve à recuperação do mercado de trabalho, melhorando as condições de renda e de emprego dos consumidores, e ao processo de reequilíbrio do fluxo de caixa das empresas, após terem passado por vários meses de dificuldades operacionais e de acesso ao crédito, especialmente as micro e pequenas empresas.

Para os meses seguintes, os especialistas prevêem a manutenção do crescimento econômico e ligeiras reduções no percentual de devolução de cheques.

Redecard analisa medidas do BC




Medidas do BC para cartões podem levar setor a autorregulação, diz Redecard

A partir de novos pontos estabelecidos no início deste mês para a indústria de cartões de crédito pelo Banco Central (BC), e que ainda necessita de aprovação dos Ministérios da Fazenda e da Justiça, bem como do presidente do Bacen, o setor deverá passar por um processo de autorregulação para adequação aos cinco pontos propostos pelos órgãos oficiais. Esta é a visão de Roberto Medeiros, presidente da Redecard. “Vejo nesses cinco pontos uma probabilidade bastante grande de autorregulação”, afirma o executivo.

Dentre as medidas anunciadas em 02 de outubro, estão a abertura da atividade de credenciamento do setor, a interoperabilidade de redes e de POS (terminal de captura de transações), a neutralidade nas atividades de compensação e liquidação, além da sugestão de fortalecimento de esquemas nacionais de cartões de débito e a transparência na definição da tarifa de intercâmbio. O objetivo é gerar maior competitividade no setor, o que poderia inclusive levar à maior abertura deste mercado, atualmente caracterizado por um duopólio da VisaNet e Redecard.

Medeiros afirmou ainda que percebe que “estamos caminhando para autorregulação, que é maneia mais rápida, mais simples, e menos sujeita a intempéries”, abordando que esta tem sido a postura da associação com quem o BC tem discutido a questão. A declaração foi feita em decorrência de discussões da forma como serão aprovadas as medidas, se por regulação do Bacen, via Congresso ou Conselho Monetário Nacional.

De acordo com Medeiros, a companhia que preside atualmente tem atuação que vai de encontro a estes pontos estabelecidos, referindo-se à interoperabilidade de bandeiras nos POS da Redecard. Ele diz que os terminais podem capturar, além da bandeira Mastercard (crédito e débito), a Dinners, para débito, a Aura, para crédito, dentre outras. Dentro de um ano, ele comenta que os terminais já irão também capturar bandeiras de voucher, voltadas ao pagamento de alimentação, refeição e combustíveis.

“Capturarmos novas bandeiras é questão de poder fazer download dos softwares”, acrescentando que algumas bandeiras exigem que se esteja em compasso com o que elas já têm. “Podermos capturar uma nova bandeira é questão de ter processos, procedimentos e capacidade de fazer download de software nesses terminais, o que a gente já temos, visto que somos multibandeira”.

Sobre a possibilidade de também ter receptividade de cartões Visa em seus terminais, Medeiros diz que a Redecard já tem o set up de processos. “O que a gente precisa de fato agora é ter oficializada a licença da Visa. É de maior interesse nosso capturar Visa, assim como deve ser de interesse da Visa essa negociação”, declara o executivo.

Outro ponto que, de acordo com Medeiros, coloca a empresa em situação de vantagem em atender os pontos estabelecidos pelo anúncio do Banco Central está no fato de que no mês de setembro, a Redecard recebeu o PCI DSS (Payment Card Industry Data Security Standard), certificação concebida globalmente pelo PCI Security Standards Council, entidade fundada por bandeiras internacionais de cartões de pagamentos. Com isto, a instituição atestou à Redecard a adequação a normas universais de garantia de padrões a serem seguidos pelas empresas atuantes no mercado de cartão de crédito, o que confere à adquirente uma oferta de serviços mais seguros.

Por Elena Oliveira

Pré-datado corresponde a 79,5% dos cheques emitidos em setembro








Pré-datado corresponde a 79,5% dos cheques emitidos em setembro

O número de cheques pré-datados correspondeu a 79,5% do total de folhas emitidas em setembro, queda de 0,34% sobre o mês anterior e de 1,23% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da Telecheque, divulgada nesta quinta-feira (22).

O levantamento aponta que o setor de vestuário liderou o ranking de cheques pré-datados no mês passado, com 89,6% de participação, seguido por móveis e artigos para o lar (87,1%), calçados (86,4%) e supermercados (85,1%).

Regionalmente, o Norte aparece no topo da lista de emissões de cheques pré-datados, com 84,3%; seguido pelo Nordeste (83,4%), Centro-Oeste (81,0%), Sudeste (80,2%) e Sul (73,6%).

“O cheque pré-datado é uma criação do varejo brasileiro e hoje destaca-se como uma das principais ferramentas de crédito do país”,destaca José Antônio Praxedes Neto, vice-presidente da TeleCheque. O executivo acrescenta que especialmente durante a crise, com a baixa oferta de crédito, “o pré-datado foi a solução para os consumidores manterem suas compras”.

Praxedes Neto prevê que, até o final do ano, as emissões de pré-datados cheguem a 82%.